Centro de Reprodução Humana - Hospital Bruno Born

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Aconselhamento para o planejamento reprodutivo/familiar

Aconselhamento para o planejamento reprodutivo/familiar

Entrevistas e exames que buscam informações pessoais dos pacientes para que o planejamento reprodutivo correto seja indicado a eles.

O aconselhamento para o planejamento reprodutivo/familiar consiste em entrevista detalhada (anamnese especializada), seguida de avaliação através de exame do aparelho reprodutor feminino. Mediante a realização de ecografia transvaginal do útero e dos ovários, é possível realizar contagem dos pequenos folículos ovarianos, denominados antrais. A contagem dos folículos antrais realizada por ultrassonografia, associada à dosagem do hormônio antimülleriano, permite a avaliação da reserva ovariana de cada mulher. Sabe-se que mulheres com uma mesma idade podem apresentar estoques de óvulos remanescentes completamente distintos e com base em informações como idade, história e avaliação da reserva ovariana, se torna possível fornecer orientações para melhor planejamento reprodutivo e familiar.

Avaliação da Reserva Ovariana

Avaliação da Reserva Ovariana

Avaliação que busca descobrir a quantidade de óvulos da mulher. Este procedimento é importante para que o tratamento ideal seja indicado ao paciente.

Atualmente é possível estimar se o estoque de óvulos de uma mulher se apresenta abaixo, dentro do esperado ou acima do previsto para uma determinada idade. A realização de ecografia para contagem de folículos antrais por profissional experiente, em conjunto com a realização e análise de exames de sangue para dosagem do hormônio antimülleriano, são ferramentas importantes e utilizadas para a avaliação da reserva ovariana.

Estas informações são importantes tendo em vista que a partir delas se pode indicar de o tratamento mais adequado para cada paciente de acordo com seus parâmetros, tratando cada caso de forma individualizada.

Avaliação genética/cromossômica de embriões

Avaliação genética/cromossômica de embriões

Realização de exames e avaliação do histórico de pacientes que possuem perdas gestacionais ou idade avançada, afim de aumentar as chances da gravidez.

Em pacientes que se submetem ao tratamento de fertilização in vitro (FIV), existe a opção de realizar a análise genética/cromossômica: Diagnóstico Genético Pré-implantacional (PGD) e Screening Genético Pré-implantacional (PGS). A referida técnica é particularmente indicada em pacientes que tiveram insucesso em tentativas anteriores de engravidar por FIV, histórico de perdas gestacionais ou, mais comumente, idade avançada de um dos pais (mulheres com mais de 35 anos e/ou homens com mais de 40). Sabe-se, por exemplo, que mulheres acima de 35 anos desenvolvem cerca de 50 a 60% de embriões com alterações e que aos 38 anos esse percentual sobe para 75%. Aos 40 anos, em média 85% dos embriões são anômalos e aos 42 anos erros cromossômicos são identificados em 90% dos embriões.

Congelamento de óvulos e espermatozoides (congelamento de gametas)

Congelamento de óvulos e espermatozoides (congelamento de gametas)

Preservação do material biológico em casos de pacientes que possuem doenças oncológicas, passaram por procedimentos de esterilização ou ainda não possuem o parceiro.

É possível manter l células reprodutivas masculinas (espermatozoides) e femininas (óvulos) em nitrogênio líquido, a temperatura de -196º C, por tempo indeterminado. Após o desenvolvimento da técnica de vitrificação, tornou-se possível oferecer um método mais confiável para a conservação desse material biológico, com baixa taxa de perda no momento do descongelamento.

A técnica é indicada em várias situações, dentre elas destacam-se:

- congelamento de espermatozoides em homens com doenças oncológicas ou que apresentam diminuição significativa na quantidade de espermatozoides em consecutivos espermogramas.

- Armazenamento de algumas amostras de espermatozoides para homens que irão realizar processo de esterilização por vasectomia;

- Criopreservação de óvulos em casos de doenças oncológicas em mulheres que estejam em idade reprodutiva (casos frequentes de câncer de mama e doenças hematológicas como linfomas e leucemias);

- Casos de indicação "social". Vem crescendo o número de de mulheres que se defrontam com o passar da idade e não possuem parceiro no momento ou o têm, porém não desejam ter filhos em um curto ou médio prazo.

Fertilização in vitro (FIV / ICSI)

Fertilização in vitro (FIV / ICSI)

Procedimento onde é feito a fecundação, ou seja, o encontro dos espermatozoides com os óvulos, em laboratório de Reprodução Humana.

Visando aumentar as taxas de sucesso do tratamento, prescreve-se a administração de medicamentos injetáveis denominados de gonadotrofinas. Ao longo dos anos a indústria farmacêutica desenvolveu injeções para estimulo dos ovários, bloqueio da liberação prematura dos óvulos e também para promover a maturação dos mesmos.

O tratamento é recomendado para uma série de alterações que reduzem a fertilidade. Dentre elas, destacam-se: problemas nas trompas (causados por Chlamydia, por exemplo), alterações resultantes de endometriose, distúrbios da ovulação em mulheres com ovários micropolicísticos e alterações dos espermatozoides evidenciadas no exame de espermograma. Ainda, nos últimos anos vem crescendo a procura pela FIV devido à idade aumentada da mulher que deseja gestar, uma vez que com o passar dos anos verifica-se diminuição da quantidade e, sobretudo, na qualidade dos óvulos.

Outras indicações que mundialmente têm apresentado aumento são:

- maternidade compartilhada: fertilização de óvulos de uma mulher com sêmen de doador e a subsequente colocação do(s) embrião(ões) no útero da parceira (opção para casais homoafetivos femininos);

- identificação de alterações em embriões (Diagnóstico Genético Pré-implantacional - PGD) cujos pais são portadores de desordem genética e que podem ser transmitidas aos filhos, como fibrose cística, hemofilia, miodistrofia de Duchene, Doença de Huntington, por exemplo. A FIV também pode ser indicada para a detecção de alterações cromossômicas em embriões de pais genéticamente normais e saudáveis (Screening Genético pré-implantacional -PGS) que, pelo passar da idade, acabam por apresentar risco aumentado de terem filhos com alterações, como por exemplo: síndromes de Down, Edwards e Patau.

Por se tratar da opção terapêutica com as maiores taxas de êxito, tornou-se a FIV o tratamento mundialmente mais procurado pelas pessoas que encontram dificuldade em engravidar de forma natural.

Histeroscopia diagnóstica e cirúrgica

Histeroscopia diagnóstica e cirúrgica

Diagnóstico que busca identificar possíveis anomalias no útero da mulher. E assim, descobrir o motivo dos insucessos na fertilização in vitro.

Através de endoscopia ginecológica pode-se avaliar diretamente o interior da cavidade útero, órgão responsável por acolher o embrião e permitir o desenvolvimento da gestação. Trata-se de um exame por imagem capaz de diagnosticar anomalias específicas que levam a insucessos nos ciclos de fertilização in vitro (FIV) ou até mesmo a abortamentos, como é o caso das endometrites, alterações inflamatórias ou infecciosas da mucosa interna do útero.

Identificação das causas e prevenção de abortamentos

Identificação das causas e prevenção de abortamentos

Investigação sobre os motivos do aborto espontâneo para buscar a prevenção através do tratamento com medicações.

Perdas gestacionais em gravidezes espontâneas ou seguidas a um tratamento para engravidar consistem infelizmente em eventos relativamente frequentes. Entretanto, por causarem grande frustração e tristeza a quem passa por essa experiência, não devem ser negligenciados ou considerados como eventos banais. Atualmente existem exames capazes de detectar grande parte de alterações responsáveis por abortamentos espontâneos, e quando estes são adequadamente indicados e realizados em serviços especializados, podem muitas vezes detectar a causa do problema. Uma série de alterações genéticas/cromossômicas, imunológicas e endometriais são passíveis de diagnóstico e tratamento.

Indução e monitorização da ovulação (ciclos estimulados)

Indução e monitorização da ovulação (ciclos estimulados)

Tratamento feito através de medicações para aumentar a ovulação da mulher, e assim aumentar as chances dos pacientes engravidarem de forma natural.

Mediante correta prescrição de comprimidos indutores da ovulação (Citrato de Clomifeno ou Letrozole, por exemplo), aumenta-se as chances de gravidez, quando comparado a um ciclo espontâneo. Essa estratégia terapêutica é indicada nos casos de:

- mulheres com ciclos irregulares (longos, com atrasos ou que não menstruam espontaneamente) - A causa mais comum desse padrão menstrual é a presença de ovários policísticos ou micropolicísticos. Com a administração de medicamentos indutores, a ovulação pode ser restaurada para aumentar a possibilidade de engravidar de forma natural;

- mulheres que menstruam/ovulam regularmente: verifica-se padrão relativamente regular (uma menstruação por mês). Nestes casos as medicações são utilizadas com o objetivo de provocar ovulação múltipla (aumentar o número de óvulos liberados). Com a administração de indutores, o aumento de óvulos liberados e com a monitorização do ciclo por ecografia, o profissional tem a possibilidade de recomendar o período mais favorável para o casal ter relações.

Inseminação intra-uterina (ou artificial)

Inseminação intra-uterina (ou artificial)

Etapa do procedimento onde é feita a colocação de uma amostra de esperma, preparada previamente no laboratório, no interior do útero materno a fim de aumentar o potencial de fecundação dos espermatozoides.

Embora a fecundação (encontro do óvulo com o espermatozoide) ocorra de forma natural dentro do aparelho reprodutor feminino, essa terapêutica visa aumentar as chances de gravidez em relação aos ciclos espontâneos, aproximando os gametas.

Após a indução e o controle da ovulação, espermatozoides previamente selecionados são introduzidos no útero em período favorável à ocorrência da gravidez. A técnica é classificada em dois tipos, levando-se em conta a origem do sêmen:

1) inseminação homóloga: sêmen obtido do cônjuge. Para a viabilidade desse tratamento, é importante que o homem apresente espermatozoides em quantidade e com motilidade, no mínimo, razoável, e que a mulher disponha de ao menos uma das trompas uterinas com a sua anatomia e função preservadas;

2) inseminação heteróloga: sêmen doado, oriundo de bancos disponíveis em Porto Alegre, São Paulo ou Estados Unidos. Indicada para os casos de:

- casais cujo homem não apresenta espermatozoides no ejaculado (azoospermia);

- mulheres solteiras: formação de família monoparental (popularmente chamada de "produção independente)";

- casais homoafetivos femininos.

Monitorização de ciclo espontâneo

Monitorização de ciclo espontâneo

Reconhecimento do período de fertilidade da mulher, e acompanhamento de seu ciclo menstrual. Tornando possível a orientação sobre o período em que as chances de gravidez aumentam.

Trata-se da realização de ecografias transvaginais seriadas para acompanhar o ciclo menstrual e identificar o período fértil da mulher. Mesmo em mulheres que apresentam ciclos menstruais regulares (em torno de 25 a 35 dias de duração), muitas vezes a ovulação ocorre em data diferente da imaginada ou estimada por aplicativos com esse fim. Através desse monitoramento, torna-se possível orientar sobre o período mais favorável para o casal ter relações sexuais e, assim, apresentar maior possibilidade de engravidar de forma natural (em ciclos espontâneos), sem o uso de indutores da ovulação e/ou injeções de hormônios.

Programa de doação e recepção de óvulos e espermatozoides

Programa de doação e recepção de óvulos e espermatozoides

Possibilita casais que desejam engravidar e não possuem o material biológico necessário realizarem o seu desejo, através de doações que são de caráter de total anonimato.

A doação e recepção de gametas é uma das alternativas terapêuticas cada vez mais solicitada na área da Reprodução Humana Assistida. O objetivo é dar a possibilidade a casais que desejam engravidar e, para isso, necessitam de doação e consequente tratamento de Fertilização in vitro (FIV). As doações são realizadas em caráter de total anonimato, não permitindo a legislação brasileira que a doação seja entre familiares, amigos, colegas, etc.

Ovodoação

O Programa de Doação de Óvulos segue as normas vigentes estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A doação ocorre de forma compartilhada, onde parte dos óvulos produzidos mediante estimulação ovariana da doadora será cedida sem fins lucrativos para a receptora. Cabe às instituições selecionar as candidatas à ovodoação, sendo direito da receptora aceitar ou recusar os óvulos disponibilizados mediante a avaliação de características que busquem a maior semelhança fenotípica (física).

Recuperação / captura de espermatozoides

Recuperação / captura de espermatozoides

Técnica para coleta de espermas diretamente dos testículos ou dos canais deferentes e epidídimo, em casos de infertilidade masculina.

A alteração da fertilidade masculina é uma das causas mais frequentes de impossibilidade em gestar naturalmente. Em vários casos faz-se necessária a participação de urologista especializado na área de Reprodução Assistida para que os espermatozoides sejam recuperados mediante punção, cirurgia ou microdissecção. Obtendo-se os espermatozoides diretamente dos testículos ou dos canais deferentes e epidídimo, torna-se possível a fecundação dos óvulos da parceira por fertilização in vitro, mesmo em casos de homens que não os têm no sêmen ejaculado, como por exemplo de homens vasectomizados.

Estrutura

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Equipe

Marcos Höher

Marcos Höher

Especialista em Reprodução Humana - CRM 18876

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  • Graduação em Medicina pela PUC/RS;
  • Residência Médica em Ginecologia/obstetrícia pela Santa Casa de Porto Alegre;
  • Fellow em Medicina Fetal pelo Instituto Dexeus, Espanha;
  • Pós-graduação em Gestão na Área da Saúde pela PUC/RS;
  • Especialização em Ultrassonografia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR);
  • Habilitação em Reprodução Humana pela Red Latinoamericana de Reproducción Asistida (REDLARA) e pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA);
  • Especialização em Ginecologia e Obstetrícia (Attestation de Formation Spécialisée Approfondie – Universidade Paris-Descartes) e em Biologia e Medicina da Reprodução (Universidade Pierre et Marie Curie), França;
  • Membro da Sociedades Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) e Européia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE);
  • Revisor do JBRA Assisted Reproduction (periódico da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida).
Sílvio Pulita

Sílvio Pulita

Especialista em Reprodução Humana - CRM 20509

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  • Graduação em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul – UCS
  • Especialização – Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia – Hospital Fêmina S/A
  • Especialização – Pós-graduação na área de Reprodução Assistida Hospital Sírio Libanês, SP
  • Especialização – Pós-graduação na área de Cirurgia Minimamente Invasiva pelo Hospital Sirio Libanês – SP
  • Especialista em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetricia pela FEBRASGO – REG.Nº 139/2000
  • Título de Especialista em GO – TEGO 703/99
  • Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • American Society of Reproductive Medicine
Dalana Faleiro

Dalana Faleiro

Biomédica

David Kvitko

David Kvitko

Embriologista

Patricia O. de Oliveira

Patricia O. de Oliveira

Enfermeira e Coordenadora

Sabrina dos Santos

Sabrina dos Santos

Técnica de Enfermagem

Anelise P. de Siqueira

Anelise P. de Siqueira

Técnica de Enfermagem

Roselaine S. Machado

Roselaine S. Machado

Técnica de Enfermagem

Paula Eckhardt

Paula Eckhardt

Faturamento

Anelise Reckziegel

Anelise Reckziegel

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